¿Los militares también corrompen? Un análisis de la corrupción en la dictadura cívico militar
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.13717570Resumen
O presente trabajo tem por objectivo debruçar sua análise acerca de fenómenos de corrupción e dos crímenes poderosos no régimen militar (1964-1985), em face dos atos de Estado e das grandes empresas y corporações privadas. A medida que el militarismo da cuartel, una disciplina, una jerarquía y el uso da farda seriam sinônimos de idoneidade et honestidade, os quais têm sido usados como discurso popular pautado na intervenção militar, o texto busca desmitificar esse paradigma existente acerca del Exército apenas como instrumento de seguridad y presión nacional. Por lo tanto, incluso cuando el régimen de represión aún está en marcha, nuestras sociedades y nuestros grupos económicos no están presentes bajo ninguna ley social. Como las políticas económicas y públicas del Estado son en parte iguales, las de nuestros grupos económicos (sistema bancario, sistema de comunicaciones y sistema de construcción civil) durante el período del régimen. En cuanto a la violencia, es la tortura como delito de derechos humanos y está registrada en el periodo editorial, hay que pensarla sin miedo a la violencia y la represión de los agentes del Estado, pero también al juicio y castigo de las empresas. y empresas que colaboran con ellos reprimiendo y beneficiándose de las políticas implementadas bajo el régimen de excesos. Sendo asim, el espectro continúa rondando la historia de los militares.
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